domingo, 26 de junho de 2016

PRONTO GOSTO


PRONTO GOSTO

Gosto de sentir, o calor da
Tua pele, queimando-me o corpo
Gosto do teu olhar agressivo
Querendo amar-me com o mundo
Gosto da nossas zangas, às vezes
Sem sentido algum, da maneira que
Acabam, gosto de ti, não sei viver
Sem o teu olhar e tu sem o meu abraço
Gosto de sentir a força das tuas mãos
Quando agarras o meu corpo, gosto da
A proximidade dos nossos corações
Porque é isso que nos faz sentir bem.

═ ღೋღೋ═

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


terça-feira, 21 de junho de 2016

TORTAS LINHAS



TORTAS LINHAS

Transformo as linhas tortas
Na madrugada, onde o silêncio
Voa com os meus pensamentos
Vazios que completam os dias
Vadios no corpo em alma morta
Falam as flores, calo as dores
Sinto o fel amargo no coração
A minha alma vaza de lágrimas
Uma sensação de um total vazio
Sem esperança que não consigo
Controlar transformando as linhas
Tortas em silêncio nesta madrugada.

ღ❣•*¨*•.¸¸ƸӜƷ.¸¸.•*¨*•❣ღ

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

sexta-feira, 17 de junho de 2016

A RECEITA


A RECEITA

Escrever alimenta-me a alma
Dá-me muito prazer
Escrevo numa receita de amor
Que delicio-me ao teu toque
Como a água fresca de coco
Que sacia a minha sede
Aconchegando-me nos teus abraços
Da fresca água do mar
Ávida pelo prazer dos teus beijos
Como a manga que escorre da
Minha boca de tão suculenta que está
Sinto as tuas mãos percorrendo o meu corpo
Perfumadas do caril de camarão
Que desperta em mim
Os meus mais íntimos desejos
Como eu gosto do teu sabor
Na minha boca, despertando em mim
O prazer das especiarias que tanto amo
Não quero parar no meio do caminho
Caminho percorrido na branca areia da praia
E assim delicio-me em ti
Na caldeirada de peixe servida na esplanada
Onde aconchego-me nos prazeres sentidos
Tu, sim tu. És como uma deliciosa comida
Acompanhada por um bom vinho
Num verdadeiro desejo de amar-te, tão eloquente.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


terça-feira, 14 de junho de 2016

HÁ SEMPRE


HÁ SEMPRE

Há caminhos sem regresso
Há sonhos que se extinguem
Há mãos que se abrem feito asas
Há uma fome de mim na tua vida
Há perigo quando andas invisível
Há flores que me carregam ao colo
Há roupa tua interior que é minha pele
Há lábios que exploram o meu corpo
Há pétalas que choram por ti no jardim
Há que atravessar o mar de dentro
Há no teus braços um colo meu
Há um fresco paladar da tua boca
Há um aroma quente que sinto de ti
Há um desejo do meu corpo pelo teu
Há um caminho que me leve sempre a ti.

★♡★★♡★★♡★★♡★★♡★

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


terça-feira, 7 de junho de 2016

Ó PARTO


Ó PARTO

Uma noite
....De amor
Onde as dores
.....De parto
São desejos
.....Que dão à luz
Uma bela
.....Noite em flor
Intenso desejo
.....Em poder parir
Um forte
.....Sentimento teu
Desejos cosidos
.....De mim
Na emoção
....Desta quente noite .

ღڰۣ✿ღ ❤ღڰۣ✿ღ

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

sábado, 4 de junho de 2016

ALUCINADA


ALUCINADA

Vem, vem ter comigo
No silêncio desta noite
Quando a minha boca
Se cala do desejo sentido
Vem ter comigo nas noites
Em que o cansaço me toma
Das memórias do teu beijo
Vem ter comigo nas noites
Do desejo alucinado da paixão
Que abafam os gemidos, gritos
Da minha vontade, da tua saudade
Numa noite que dura a eternidade
Na alucinada paixão que sinto de ti.

- ✿✿‿.•*´¯ ✿✿ -

Isabel Morais Ribeiro Fonseca




ALUCINADA PAIXÃO

Meu amor vem ter comigo
No silêncio da escura noite
Quando a minha seca boca
Se cala do desejo sentido
Vem ter comigo nas noites
Em que o cansaço me toma
Das memórias do teu beijo
Vem ter comigo nas noites
Do desejo alucinado da paixão
Que abafam os gemidos, gritos
Da minha vontade, da tua saudade
Numa noite que dura a eternidade
Vem ter comigo nas frescas noites
Em que te espero à beira do mar
Na alucinada paixão que sinto de ti.

- ✿✿ ✿✿ - - ✿✿ ✿✿ -  

 
 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

GATUNOS


GATUNOS

Puta vida, puta sociedade
Somos todos fodidos nesta vida
Sem dignidade, sem respeito
Não somos nada nesta miserável vida
Tenho vontade de fazer explodir
As malditas e mais rudes palavras
Nesta gente sem sentimentos
Sem respeito da vida humana
Malditos que não respeitam ninguém
Nem os velhos ou as crianças
Pobre de quem trabalha para comer
Mas de nada serve lamentar, chorar
Quando espreita a morte, a fome
A desonra sem ter honra
Revolta no peito ferido de morte
Num mundo de hipocrisia, de cinismo
De guerra, de fome nas palavras sentidas
Com amor, com paz, dos que tudo perderam
Para os poderosos corruptos, gatunos
Bancos que nos roubam, até a pele do corpo
Desta puta vida que tudo nos tira sem nos dar nada.
╭✿
Isabel Morais Ribeiro Fonseca