quarta-feira, 24 de maio de 2017

POEMAS - SIM _POIS

SIM

O nosso.....
Amor é viver o que puder nessa vida
Amar é viver com toda alegria
O nosso amor é não medo de falhar
Amar do fundo do peito
O nosso amor é paciente
Ele não arde em ciúmes
O nosso amor é como a chuva que bate
Na janela do nosso quarto e não é egoísta
O nosso amor é alegre mas não
Gosta de injustiças
O nosso amor está sempre pronto
Para perdoar e esperar
O nosso amor é como a brisa do mar, que traz o vento.
O nosso amor é fiel aos nossos valores morais
Em Cristo não à Homem sem Mulher
Ou mulher sem Homem.

 Isabel Morais Ribeiro Fonseca


POIS

A felicidade e o amor aparece
Para aqueles que amam e choram
Que não tem medo de sofrer
E tentam sempre ver o lado positivo
Há pessoas que ficam gravadas
Dentro do nosso coração e nós no delas
Não podemos explicar o porque
Ninguém pertence a ninguém
As pessoas doam-se e acolhem-se
O amor é como uma flor
Muito delicada, frágil e bela
Procure o seu perfume para
Despertar o amor aqueles que amam
São felizes e espalham felicidade.!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


domingo, 21 de maio de 2017

EXISTÊNCIA

EXISTÊNCIA

Sinto-me morto sem pertencer aqui
Envolto na seca terra sem existência
Com o corpo permanece coberto de pó
Incógnita verdade que cobre de medo
Perdido na mente como um fantasma
A saudade de viver atenua a ansiedade
Na procura agreste da própria demência
Carne despedaçada que a minha alma
Veste na sobeja aparência desequilibrada
Onde perdi o caminho de regresso a casa
Vagueando pelas labaredas do inferno
Na mente de quem é mais perverso que eu
Troquei sem dar-me conta que ali era o céu
No desespero das escassas memórias que tinha
Deixei a minha alma presa nas portas da razão
Como se tratasse de um sonho doloroso sentido
Olvido desta carne já apodrecida esquecida
Por tantas vozes que ouvia dizer lá em cima bem alto
Coitado ele até era uma boa pessoa, sem dúvida.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca




sexta-feira, 19 de maio de 2017

MIL SEGREDOS


MIL SEGREDOS

Canta...O amor
Docemente...Tão consertado
Que faz sentir.....No peito
De quem não sente...Um amor
Pintado ....Em mil segredos
Suspiros doces ...Magoados
No desprezo ....Em vivas faíscas
Entre as rosas ....Na neve da serra
A vista.....De quem se atreve
A não amar ....Sem dor
 ...Ou sofrimento
Paixão doce ...Nas juras de amor
Que causa o efeito.....No pensamento
Endoidece.....Quem ama
.....Sem consentimento
Olhai o amor ....Que gera momentos
Das lágrimas...... Na honesta piedade
   .....De que ama verdadeiramente.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

segunda-feira, 8 de maio de 2017

INDOMÁVEL

Morri sem saber que tinha morrido
Vivi sem saber que tinha vivido
Amei sem saber que tinha amado
Sepultei-me sem saber que me tinha sepultado
Dormi sem saber que tinha dormido
Sonhei sem saber que tinha sonhado
Senti dor sem saber que tinha sentido
Foi uma árvore sem saber que tinha sido
Menti sem saber que tinha mentido
Matei sem saber que tinha matado
Sofri sem saber que tinha sofrido
Ignorei sem saber que tinha ignorado
Perdoei sem saber que tinha perdoado
Esqueci sem saber que tinha esquecido
Respirei sem saber que tinha respirado
Morri na solidão ao sabor do vento
Vivi na escuridão como um fantasma
Amei com paixão no meu pensamento
Sepultei-me na vereda do desgosto
Dormi entre as trevas do inferno
Sonhei na esperança da liberdade
Sinto as labaredas da saudade
Fui as folhas secas caídas da árvore
Menti com vergonha do um momento
Matei o esquecimento com fragas do olvido
Sofri sem tédio ou até dor do desgosto
Ignorei os meus próprios sentimentos
Perdoei tudo o que tinha de ser perdoado
Esqueci que as palavras rasgam a dor
Respirei para sentir os ventos agrestes
Morri com o espelho das amarras na face.

Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=323328 © Luso-Poemas
Morri sem saber que tinha morrido
Vivi sem saber que tinha vivido
Amei sem saber que tinha amado
Sepultei-me sem saber que me tinha sepultado
Dormi sem saber que tinha dormido
Sonhei sem saber que tinha sonhado
Senti dor sem saber que tinha sentido
Foi uma árvore sem saber que tinha sido
Menti sem saber que tinha mentido
Matei sem saber que tinha matado
Sofri sem saber que tinha sofrido
Ignorei sem saber que tinha ignorado
Perdoei sem saber que tinha perdoado
Esqueci sem saber que tinha esquecido
Respirei sem saber que tinha respirado
Morri na solidão ao sabor do vento
Vivi na escuridão como um fantasma
Amei com paixão no meu pensamento
Sepultei-me na vereda do desgosto
Dormi entre as trevas do inferno
Sonhei na esperança da liberdade
Sinto as labaredas da saudade
Fui as folhas secas caídas da árvore
Menti com vergonha do um momento
Matei o esquecimento com fragas do olvido
Sofri sem tédio ou até dor do desgosto
Ignorei os meus próprios sentimentos
Perdoei tudo o que tinha de ser perdoado
Esqueci que as palavras rasgam a dor
Respirei para sentir os ventos agrestes
Morri com o espelho das amarras na face.

Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=323328 © Luso-Poemas
Morri sem saber que tinha morrido
Vivi sem saber que tinha vivido
Amei sem saber que tinha amado
Sepultei-me sem saber que me tinha sepultado
Dormi sem saber que tinha dormido
Sonhei sem saber que tinha sonhado
Senti dor sem saber que tinha sentido
Foi uma árvore sem saber que tinha sido
Menti sem saber que tinha mentido
Matei sem saber que tinha matado
Sofri sem saber que tinha sofrido
Ignorei sem saber que tinha ignorado
Perdoei sem saber que tinha perdoado
Esqueci sem saber que tinha esquecido
Respirei sem saber que tinha respirado
Morri na solidão ao sabor do vento
Vivi na escuridão como um fantasma
Amei com paixão no meu pensamento
Sepultei-me na vereda do desgosto
Dormi entre as trevas do inferno
Sonhei na esperança da liberdade
Sinto as labaredas da saudade
Fui as folhas secas caídas da árvore
Menti com vergonha do um momento
Matei o esquecimento com fragas do olvido
Sofri sem tédio ou até dor do desgosto
Ignorei os meus próprios sentimentos
Perdoei tudo o que tinha de ser perdoado
Esqueci que as palavras rasgam a dor
Respirei para sentir os ventos agrestes
Morri com o espelho das amarras na face

Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=323328 © Luso-Poemas

INDOMÁVEL

Morri sem saber que tinha morrido
Vivi sem saber que tinha vivido
Amei sem saber que tinha amado
Sepultei-me sem saber que me tinha sepultado
Dormi sem saber que tinha dormido
Sonhei sem saber que tinha sonhado
Senti dor sem saber que tinha sentido
Foi uma árvore sem saber que tinha sido
Menti sem saber que tinha mentido
Matei sem saber que tinha matado
Sofri sem saber que tinha sofrido
Ignorei sem saber que tinha ignorado
Perdoei sem saber que tinha perdoado
Esqueci sem saber que tinha esquecido
Respirei sem saber que tinha respirado
Morri na solidão ao sabor do vento
Vivi na escuridão como um fantasma

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

Morri sem saber que tinha morrido
Vivi sem saber que tinha vivido
Amei sem saber que tinha amado
Sepultei-me sem saber que me tinha sepultado
Dormi sem saber que tinha dormido
Sonhei sem saber que tinha sonhado
Senti dor sem saber que tinha sentido
Foi uma árvore sem saber que tinha sido
Menti sem saber que tinha mentido
Matei sem saber que tinha matado
Sofri sem saber que tinha sofrido
Ignorei sem saber que tinha ignorado
Perdoei sem saber que tinha perdoado
Esqueci sem saber que tinha esquecido
Respirei sem saber que tinha respirado
Morri na solidão ao sabor do vento
Vivi na escuridão como um fantasma
Amei com paixão no meu pensamento
Sepultei-me na vereda do desgosto
Dormi entre as trevas do inferno
Sonhei na esperança da liberdade
Sinto as labaredas da saudade
Fui as folhas secas caídas da árvore
Menti com vergonha do um momento
Matei o esquecimento com fragas do olvido
Sofri sem tédio ou até dor do desgosto
Ignorei os meus próprios sentimentos
Perdoei tudo o que tinha de ser perdoado
Esqueci que as palavras rasgam a dor
Respirei para sentir os ventos agrestes
Morri com o espelho das amarras na face.

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sexta-feira, 5 de maio de 2017

CHAGA

CHAGA

Gume da adaga que crava em mim
Nas memórias perdidas da carne
Que me fere o corpo já ferido
Queimando na fornalha do meu

Silêncio incerto que mantenho
Deste meu eloquente tormento
Quietude na alma já em virtude
Gravo em mim dor em memórias

Fornalha do olvido fatal da vida
Álgido de um punhal já ferido
Que transporto comigo no corpo
Ferido sem nenhum queixume



Morro, morro de novo sem orgulho
Destas dores que assolam a minha
Alma deste pecado que assumo
Quando a lamina da adaga mergulha

Neste meu corpo podre de tanta dor
Que sobre os meus ombros carrego
Uma cruz ou um prego enferrujado
Uma chaga de um simples desespero. 

Isabel Morais Ribeiro Fonseca