terça-feira, 20 de dezembro de 2016

TU ÉS AQUELE 🌺- ..-🌺


TU ÉS AQUELE

Tu és o meu segredo guardado
Aquele a quem todos os dias beijo
Aquele a quem observo em silêncio
Aquele que me ama sem limites
Aquele a quem divido o meu tempo
Aquele a quem amo com loucura
Aquele que não me sai do pensamento
Aquele quem me segura nos braços
Aquele que entra nos meus sonhos
Aquele que deixa saudade ao longo do dia
Aquele que sinto mais desejo carnal
Aquele que viaja nas minhas fantasias
Aquele que caminha comigo na dura vida
Aquele de todas as noites, de todas as horas
Tu és aquele amor de todos os meus dias.
🍃🌺- ..-🌺🍃
Isabel Morais Ribeiro Fonseca


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

ALMA MINHA


ALMA MINHA

Não, talvez não tenha alma
Isto é se alguma vez eu tive
Devo ter perdido nas voltas
No inexplicável vazio inerte
Das reviravoltas da minha vida
Acolho no peito ou talvez não
Todas as dores que me ferem
Não fujo mas pelo contrário
Volta atrás nos passos para a dor
Se não acredita em mim paciência
Não duvide das dores do meu corpo
Que se veste de inverno gelado no peito
Mas eu só quero a minha alma
Da magia das fadas em palavras
Não consigo encontrar a minha alma
Peço humildemente a Deus que ma dê
Com ela os sorrisos, os raios de sol.

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Isabel Morais Ribeiro Fonseca


sábado, 3 de dezembro de 2016

LABIRINTO


LABIRINTO

Num labirinto de víboras de todos os tamanhos
Escrevo que o labirinto me mata lentamente
E que quando me lerem adocem-me a esperança
Deste sobressalto dentro de mim como um arrepio
Ou desenganado, indiferente de rastos como uma pobre
Coitadinha louca de pensamentos dispersos ao vento
Nesta deriva entre os grilhões ou talvez atalhos de mim
Renasço desenhando os meus próprios passos na solidão
Já não sou o que fui, já fugi do meu caminho tantas vezes
Sou apenas uma mulher que resvala desfalecida na alma
Carnificina das palavras num momento que mente em silêncio
Olho o espelho sem me ver arrasto-me na lama do inferno
Encantamento da mentira adocicada prisioneira da minha mente
Circunscrita por uma luz de grades frias, de feridas profundas
Lambo a ferida invisível das palavras mordidas, sussurradas
Fervilha o sangue das letras esquecidas de sentimentos
No faminto delírio dos sinos da igreja entre o labirinto cruel
Deste mundo míope desinspirado desprovido de sentimentos
De aspirações traídas pelas falências da própria humanidade
A desordem a injustiça imanente é feita de moribundos
Gente sem escrúpulos, nada sentem encurralados no seu labirinto.

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Isabel Morais Ribeiro Fonseca