terça-feira, 14 de junho de 2016

HÁ SEMPRE


HÁ SEMPRE

Há caminhos sem regresso
Há sonhos que se extinguem
Há mãos que se abrem feito asas
Há uma fome de mim na tua vida
Há perigo quando andas invisível
Há flores que me carregam ao colo
Há roupa tua interior que é minha pele
Há lábios que exploram o meu corpo
Há pétalas que choram por ti no jardim
Há que atravessar o mar de dentro
Há no teus braços um colo meu
Há um fresco paladar da tua boca
Há um aroma quente que sinto de ti
Há um desejo do meu corpo pelo teu
Há um caminho que me leve sempre a ti.

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Isabel Morais Ribeiro Fonseca