quinta-feira, 4 de julho de 2013

NÃO SOU O TEMPO

 NÃO SOU O TEMPO

Eu não sou o tempo, mas eu sei que vai chover
Sinto-me bem quando fico contigo, para viver o dia a dia
Vejo-te à minha frente num caminho de lama e chuva
Um caminho que eu espero de felicidade
Mas eu perco-me no meio de palavras, um sonho não basta
Preciso de de ti meu amo
Que me afastes, da ilusão e da incerteza
Tenho de acreditar e confiar nos meus instintos
Deste nevoeiro que é a minha vida
Amar-te como ninguém já amou, como se fosses uma parte de mim
Até desconhecer quem eu sou
Encontrar-te como ninguém te encontrou.
Amar-te entre as flores do meu jardim, colher as mais belas e perfumadas
Sentir o jasmim dos teus beijos, simplesmente querer amar
Amor é palavra estranha, que rima com dor e saudade
Arde como a lenha numa fogueira.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca